Categoria: Gestão de TI

  • StatusRad: a plataforma de monitoramento de uptime e SLA da Brazuca Informática

    Quanto custa para a sua empresa cada minuto com o link de internet fora do ar, o site fora do ar ou o sistema indisponível? Na maioria das PMEs, o problema só é descoberto quando um cliente reclama — e aí o prejuízo já aconteceu. Foi para resolver isso que a Brazuca Informática criou o StatusRad, nossa plataforma de monitoramento de disponibilidade, agora aberta ao público como produto digital.

    O que é o StatusRad?

    O StatusRad é uma plataforma de monitoramento contínuo (24/7) que centraliza uptime, incidentes e relatórios de SLA em um painel único, 100% em português. A proposta é simples: menos ruído para operar, mais clareza para decidir. A equipe de TI enxerga causa e impacto de cada queda; a liderança enxerga disponibilidade, tendência e risco — sem precisar interpretar telas técnicas.

    Por ser um produto SaaS, não é preciso instalar nada: você cria a conta, cadastra o que quer monitorar e o monitor é provisionado automaticamente.

    Principais funcionalidades

    Monitores HTTP/HTTPS, Ping, TCP e DNS

    Monitore sites e sistemas web (HTTP/HTTPS), links de internet e equipamentos por IP público (Ping/ICMP), portas de serviços (TCP) e resolução de nomes (DNS). Cada monitor tem intervalo de checagem configurável, local de monitoramento, tags para organização e exibe uptime das últimas 24 horas e gráfico de tempo de resposta em tempo real.

    Alertas por e-mail e Telegram

    Quando algo cai, o time certo fica sabendo na hora — por e-mail ou direto no Telegram, o canal que a equipe já usa no dia a dia. Os alertas chegam com contexto (monitor afetado, severidade, horário de início) para que a resposta comece com a prioridade correta, e o encerramento do incidente também é notificado.

    Histórico de incidentes com linha do tempo

    Cada indisponibilidade fica registrada com início, fim e duração exata. Dá para filtrar por período, status, severidade, monitor e origem — o que transforma o histórico em ferramenta de auditoria, pós-morte e melhoria contínua, e não apenas em uma lista de ocorrências.

    Relatórios de SLA exportáveis

    Este é um dos recursos mais valiosos para quem contrata links dedicados ou presta serviços com SLA: o StatusRad calcula o percentual de disponibilidade por período, gera o relatório e permite exportar ou enviar por e-mail. Na prática, você passa a ter prova objetiva para cobrar a operadora quando o SLA contratado não foi cumprido — ou para comprovar ao seu cliente que o seu foi.

    Status page pública

    Comunique disponibilidade e incidentes de forma transparente em uma página pública de status, reduzindo chamados repetidos de “o sistema caiu?” durante uma ocorrência.

    Integrações com Zabbix, Grafana e webhooks

    Se a sua empresa já usa Zabbix ou Grafana, o StatusRad não substitui — soma. Os alertas do Zabbix podem alimentar a linha do tempo de incidentes do StatusRad, que vira a camada de visibilidade executiva por cima do monitoramento técnico. Webhooks permitem conectar outras ferramentas do seu fluxo.

    Governança: multi-tenant, RBAC e MFA

    O StatusRad nasceu preparado para operações que atendem várias empresas: estrutura multi-tenant com segregação total por cliente, controle de acesso por perfil (RBAC), autenticação em dois fatores (MFA) com Google Authenticator e trilha de auditoria de ações críticas. Ideal para prestadores de serviços de TI e equipes que precisam de controle sobre quem vê e quem altera o quê.

    Para quem o StatusRad foi feito

    • Empresas com links e sistemas críticos — matriz, filiais e operações que não podem parar, com relatórios de SLA para cobrar as operadoras;
    • Prestadores de serviços de TI e MSPs — monitore o ambiente de vários clientes em um só painel, com segregação por empresa e relatórios prontos para enviar;
    • Times de TI que prestam contas à direção — troque o “acho que ficou pouco tempo fora” por números de disponibilidade, tendência e histórico.

    Planos: comece grátis hoje

    O StatusRad tem um plano Starter gratuito para você validar o fluxo de monitoramento com onboarding rápido, o plano Pro para operação contínua (mais itens monitorados, alertas por Telegram, relatórios de SLA e integrações) e o plano Business para ambientes críticos com múltiplos times, RBAC completo e trilha de auditoria ampliada. Os valores atualizados e o comparativo completo estão em statusrad.com/precos.

    StatusRad + Brazuca: monitoramento de ponta a ponta

    O StatusRad é um produto digital da Brazuca Informática e nasceu da nossa experiência de campo com monitoramento de infraestrutura em clientes de Mato Grosso, Goiás e todo o Brasil. Ele complementa nossos serviços de consultoria em Zabbix e Grafana: a Brazuca implanta e sustenta o monitoramento técnico profundo, e o StatusRad entrega a camada de visibilidade, alertas e relatórios que a gestão consome.

    Quer testar agora? Crie sua conta gratuita em statusrad.com e coloque seu primeiro monitor no ar em minutos.

    Prefere ajuda de especialistas? A equipe da Brazuca desenha a estratégia de monitoramento completa para a sua operação — do sensor no Zabbix ao relatório de SLA na mesa da diretoria. Fale com a gente e agende um diagnóstico gratuito.

    Leia também: Valibra, o aplicativo de controle financeiro pessoal e familiar da Brazuca Informática.

  • Transformação digital na prática: um roteiro realista para PMEs

    “Transformação digital” virou uma daquelas expressões que todo mundo usa e pouca gente define. Para muitas PMEs, ela soa como algo distante — coisa de banco ou de gigante do varejo. Na prática, transformação digital é algo muito mais concreto: usar tecnologia para fazer o negócio funcionar melhor, com menos retrabalho, mais controle e mais informação para decidir.

    O que transformação digital NÃO é

    • Não é comprar a ferramenta da moda;
    • Não é digitalizar o caos — processo ruim informatizado continua ruim, só que mais rápido;
    • Não é projeto de TI isolado, sem envolvimento da direção;
    • Não é acontecer de uma vez: é uma sequência de melhorias contínuas.

    Um roteiro realista em 5 etapas

    Etapa 1 — Arrume a base. Não existe transformação sobre infraestrutura instável: rede caindo, servidor sem backup, e-mail no provedor gratuito. Estabilidade, segurança e backup testado vêm antes de qualquer inovação.

    Etapa 2 — Leve a colaboração para a nuvem. E-mail corporativo profissional, arquivos compartilhados com controle de versão e comunicação centralizada. Com o Microsoft 365, isso significa Exchange, SharePoint e Teams funcionando de qualquer lugar — o fim do “arquivo final_v3_revisado.xlsx” circulando por e-mail.

    Etapa 3 — Digitalize os processos que mais doem. Identifique os 2 ou 3 fluxos que mais geram retrabalho — aprovações em papel, controles em planilha, redigitação entre sistemas — e automatize primeiro o que trava a operação. Aqui entram sistemas sob medida e integrações.

    Etapa 4 — Organize o atendimento e a operação de TI. Central de chamados (GLPI), inventário de ativos e monitoramento contínuo (Zabbix e Grafana) transformam a TI de apagadora de incêndios em área que previne problemas.

    Etapa 5 — Decida com dados. Com processos digitais, os dados passam a existir de forma organizada. Dashboards e indicadores fecham o ciclo: a empresa passa a enxergar a própria operação em tempo real e decidir com base em números.

    Por que tantos projetos fracassam

    • Começam pela tecnologia e não pelo problema de negócio;
    • Pulam a etapa da base — inovação sobre infraestrutura frágil desmorona;
    • Não treinam as pessoas: ferramenta sem adoção é licença desperdiçada;
    • Tentam mudar tudo ao mesmo tempo e a operação rejeita;
    • Não medem resultado, então ninguém sabe se funcionou.

    Transformação digital fora dos grandes centros

    Empresas de regiões como Mato Grosso e Goiás — agronegócio, indústria, comércio e serviços — têm hoje acesso às mesmas ferramentas de qualquer capital: nuvem, monitoramento remoto e suporte especializado a distância eliminaram a barreira geográfica. O que diferencia não é o CEP, é ter um plano bem executado.

    Por onde começar na sua empresa

    Faça um diagnóstico honesto: como está a base (backup, segurança, rede)? Quais processos consomem mais horas da equipe? Que decisões são tomadas sem dados? As respostas ordenam as prioridades — e transformam um conceito abstrato em um plano de ação com etapas, prazos e custos claros.

    Conclusão

    Transformação digital não é um salto, é uma escada — e cada degrau já traz retorno próprio. A Brazuca Informática acompanha empresas nessa jornada de ponta a ponta: infraestrutura, Microsoft 365, sistemas sob medida, monitoramento e análise de dados. Receba um diagnóstico gratuito e descubra qual é o primeiro degrau da sua empresa.

  • Desenvolvimento de software sob medida: quando a planilha (e o sistema pronto) deixam de atender

    Toda empresa chega a um ponto em que as planilhas não dão mais conta: versões conflitantes circulando por e-mail, retrabalho para digitar o mesmo dado em dois sistemas, processos que dependem da memória de uma pessoa. É nesse momento que surge a dúvida — contratar um sistema pronto ou investir em desenvolvimento de software sob medida?

    Sinais de que sua operação superou as planilhas

    • A mesma informação é digitada em mais de um lugar;
    • Ninguém tem certeza de qual versão da planilha é a atual;
    • Processos param quando uma pessoa específica falta;
    • Relatórios para a diretoria levam dias para fechar;
    • Erros de digitação viram prejuízo financeiro ou retrabalho;
    • O sistema pronto que você usa exige “gambiarras” para caber no seu processo.

    Sistema pronto ou sob medida?

    Sistemas prontos (ERPs e SaaS de mercado) são ótimos para processos padronizados: contabilidade, folha, emissão fiscal. Custam menos no início e já nascem maduros. O limite aparece quando o seu diferencial competitivo está justamente num processo que o software de prateleira não atende — aí a empresa acaba se adaptando à ferramenta, e não o contrário.

    Software sob medida vale a pena quando o processo é específico do seu negócio, quando a integração entre sistemas existentes é o gargalo, ou quando o custo de licenças por usuário de uma solução pronta ultrapassa o investimento em algo próprio. O sistema nasce do tamanho exato da sua operação e evolui com ela.

    Na prática, a resposta mais comum é combinar os dois: manter o ERP para o padrão e desenvolver módulos, integrações e aplicativos para o que é único do seu negócio.

    Integrações: o ganho mais rápido

    Nem todo projeto de desenvolvimento precisa ser um sistema completo. Muitas vezes o maior retorno está em fazer os sistemas existentes conversarem: o site alimentando o CRM, o ERP gerando dashboards automáticos, o estoque atualizando a loja virtual. Integrações eliminam a redigitação — que é onde nascem os erros e as horas perdidas.

    Como contratar desenvolvimento sem se frustrar

    • Comece pelo processo, não pela tela: mapeie o fluxo atual e o desejado antes de falar em funcionalidades;
    • Prefira entregas em etapas: um MVP funcionando em semanas vale mais que um sistema completo prometido para daqui a um ano;
    • Exija documentação e propriedade do código: o sistema é seu, não do fornecedor;
    • Pense na hospedagem e na manutenção desde o início: software é organismo vivo, precisa de atualização e suporte;
    • Valide com quem vai usar: o melhor sistema é o que a equipe adota sem resistência.

    Quanto custa?

    Depende do escopo — mas o cálculo certo não é “quanto custa o sistema”, e sim “quanto custa continuar sem ele”. Some as horas de retrabalho, os erros de digitação, os relatórios manuais e a dependência de pessoas-chave: em muitos casos, a automação se paga em poucos meses.

    Conclusão

    Desenvolvimento de software sob medida deixou de ser luxo de grande empresa: é a forma de automatizar exatamente aquilo que trava a sua equipe. A Brazuca Informática desenvolve sistemas web, aplicativos e integrações sob medida, com entregas em etapas e suporte contínuo. Converse com um especialista e descubra o que dá para automatizar na sua operação.

  • Análise de dados para PMEs: como sair do achismo e decidir com números

    Sua empresa gera dados todos os dias: vendas, chamados de suporte, estoque, financeiro, produção. A pergunta é: quantas decisões do último mês foram tomadas olhando para esses números — e quantas foram no “achismo”? A análise de dados deixou de ser exclusividade de grandes corporações e virou diferencial competitivo também para pequenas e médias empresas.

    O que é análise de dados na prática

    Análise de dados é o processo de coletar, organizar e interpretar as informações que a empresa já produz para responder perguntas de negócio: quais produtos dão mais margem? Em que horário o atendimento fica sobrecarregado? Qual cliente está prestes a cancelar? Não se trata de tecnologia pela tecnologia — trata-se de transformar registros dispersos em decisões melhores.

    Sinais de que sua empresa precisa de análise de dados

    • Relatórios que levam dias para serem montados manualmente em planilhas;
    • Números diferentes para o mesmo indicador, dependendo de quem responde;
    • Decisões importantes tomadas por intuição, sem dado que as sustente;
    • Informação espalhada em sistemas que não conversam entre si;
    • Problemas descobertos tarde demais — quando já viraram prejuízo.

    Por onde começar: 5 passos realistas

    1. Centralize os dados. Antes de qualquer dashboard, é preciso saber onde os dados estão: ERP, CRM, planilhas, sistemas internos. Integrar essas fontes é o primeiro passo — e muitas vezes o mais trabalhoso.

    2. Defina poucos indicadores que importam. Comece com 5 a 10 KPIs ligados diretamente ao resultado: faturamento, margem, inadimplência, tempo de atendimento, disponibilidade de sistemas. Indicador demais vira ruído.

    3. Monte dashboards visuais. Ferramentas como o Power BI (incluso em vários planos do Microsoft 365) e o Grafana permitem criar painéis em tempo real sem investimento pesado em licenças.

    4. Crie rotina de leitura dos números. Dashboard que ninguém abre é enfeite. Estabeleça uma reunião curta, semanal ou quinzenal, para revisar os indicadores e decidir ações.

    5. Evolua para previsão. Com histórico organizado, é possível prever demanda, identificar tendências de consumo e antecipar gargalos — inclusive na infraestrutura de TI, cruzando dados de monitoramento com dados de negócio.

    Erros comuns que fazem projetos de dados fracassarem

    • Começar pela ferramenta em vez de começar pela pergunta de negócio;
    • Tentar medir tudo ao mesmo tempo;
    • Ignorar a qualidade dos dados — cadastros duplicados e campos preenchidos de qualquer jeito distorcem qualquer análise;
    • Não envolver quem opera o dia a dia na definição dos indicadores.

    Dados de infraestrutura também são dados de negócio

    Um detalhe que muitas empresas esquecem: a própria TI gera dados valiosos. Monitorar servidores, links e sistemas com ferramentas como Zabbix e Grafana revela padrões de uso, prevê falhas e mostra onde investir. Disponibilidade de sistema é indicador de negócio — cada hora de sistema fora do ar tem custo direto em vendas e produtividade.

    Conclusão

    Análise de dados não exige um exército de cientistas de dados para começar. Exige método: centralizar informações, escolher indicadores certos e criar o hábito de decidir com base neles. A Brazuca Informática ajuda empresas a estruturar essa jornada — da integração dos sistemas aos dashboards em Grafana e Power BI. Fale com um especialista e receba um diagnóstico gratuito do seu ambiente.

  • Quanto custa a TI parada? Como calcular o custo do downtime

    Quando o sistema cai, o prejuízo não aparece na nota fiscal — mas existe e é maior do que parece. Calcular o custo do downtime (tempo de indisponibilidade) transforma “a TI caiu de novo” em um número que a diretoria entende. E é esse número que justifica investir em prevenção. Veja como calcular em 4 passos.

    A fórmula básica

    Custo do downtime = (custo de pessoas paradas + receita perdida + custos de recuperação) × horas de parada. Simples de escrever, revelador de calcular.

    Passo 1 — Custo das pessoas paradas

    Some o custo/hora (salário + encargos) dos colaboradores que dependem do sistema afetado e multiplique pelo percentual de produtividade perdida. 20 pessoas com custo médio de R$ 30/h, 80% paradas = R$ 480 por hora.

    Passo 2 — Receita perdida

    Se a operação vende, atende ou fatura pelo sistema: receita média por hora × horas de parada. Um e-commerce ou um caixa parado tem esse número na ponta do lápis; um escritório, nas entregas atrasadas.

    Passo 3 — Custos de recuperação

    Horas extras, atendimento emergencial, retrabalho de dados perdidos e — o mais difícil de medir — desgaste com clientes.

    Passo 4 — Multiplique pela frequência anual

    Uma parada de 4 horas por mês, custando R$ 2 mil cada, são R$ 96 mil/ano. De repente, o contrato de monitoramento e o segundo link de internet ficam baratos.

    Como reduzir o downtime

    Perguntas frequentes

    Qual o custo médio de downtime no mercado?

    Estudos internacionais citam valores altos por minuto, mas variam enormemente por porte e setor — desconfie de médias genéricas. O número que importa é o da sua operação, calculado acima.

    Vale a pena investir em redundância total?

    Nem sempre. Redundância se aplica ao que o cálculo mostrar como crítico. O resto se resolve com backup e plano de recuperação.

    Como justificar o investimento para a diretoria?

    Apresente o custo anual de downtime calculado ao lado do custo da prevenção. Quando o primeiro é 5-10× maior, a decisão se toma sozinha.

    Quer ajuda para aplicar isso na sua empresa?

    A Brazuca Informática atende empresas em Goiás, Mato Grosso e, remotamente, em todo o Brasil. Receba um diagnóstico gratuito do seu ambiente de TI — sem compromisso.

  • LGPD na prática: checklist de TI para pequenas empresas

    A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados, Lei nº 13.709/2018) vale para empresas de todos os tamanhos — inclusive a sua. A boa notícia: para uma PME, a adequação da TI se resume a um conjunto de controles objetivos. Este checklist cobre o essencial, sem juridiquês.

    Checklist de TI para LGPD

    1. Mapeie onde estão os dados pessoais

    Cadastros de clientes, currículos, folha de pagamento, contratos: descubra em quais sistemas, planilhas e pastas eles vivem. Sem esse mapa, nada mais funciona. O inventário de ativos é o ponto de partida.

    2. Restrinja o acesso ao necessário

    Dados de RH acessíveis a toda a empresa é passivo jurídico. Aplique o princípio do menor privilégio: cada função vê apenas o que precisa.

    3. Proteja as credenciais

    MFA no e-mail e nos sistemas com dados pessoais; senhas únicas com gerenciador; bloqueio imediato de contas de desligados.

    4. Backup e recuperação

    A LGPD também exige disponibilidade: perder dados pessoais por falha sem backup é incidente. Aplique a regra 3-2-1.

    5. Criptografia nos pontos críticos

    Notebooks com criptografia de disco (BitLocker), site com HTTPS e compartilhamento externo com senha e expiração — veja como compartilhar arquivos com segurança.

    6. Contratos com fornecedores

    Sistemas em nuvem, contabilidade, agência de marketing: quem trata dados por você é operador e precisa de compromisso contratual de proteção.

    7. Prepare-se para incidentes

    Defina quem faz o quê em caso de vazamento: contenção, avaliação e comunicação. A ANPD pode exigir notificação — improvisar sob pressão sai caro.

    8. Site em conformidade

    Aviso de cookies com consentimento real, política de privacidade publicada e formulários coletando apenas o necessário.

    O que a TI não resolve sozinha

    A LGPD tem camadas jurídicas (bases legais, políticas internas, encarregado/DPO) que exigem apoio especializado. O checklist acima cobre a infraestrutura — que é onde a maioria dos incidentes nasce.

    Perguntas frequentes

    Empresa pequena pode ser multada?

    Sim. As sanções da LGPD valem para qualquer porte, com dosimetria proporcional. Além da multa, o dano de imagem costuma ser o custo maior.

    Preciso de um DPO contratado?

    O encarregado é exigido como função, não necessariamente como cargo dedicado — em PMEs, pode ser acumulado ou terceirizado. Confirme o enquadramento com apoio jurídico.

    Por onde começo com orçamento mínimo?

    Itens 1 a 3 do checklist: mapear, restringir acesso e MFA. Custam pouco e reduzem a maior parte do risco real.

    Quer ajuda para aplicar isso na sua empresa?

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  • Plano de continuidade de TI para pequenas empresas: guia prático

    Plano de continuidade de TI é o documento que responde a uma pergunta: se o essencial falhar hoje — servidor, internet, sistema, escritório — como a empresa continua operando? Para PMEs, ele não precisa ter 50 páginas. Precisa existir, ser testado e caber na realidade da operação. Este guia mostra a versão enxuta.

    Passo 1 — Liste o que não pode parar

    Identifique os 3 a 5 processos vitais (faturamento, atendimento, produção) e o que os sustenta: sistemas, servidores, links, pessoas-chave. Esqueça o resto por enquanto.

    Passo 2 — Defina os cenários de falha

    • Queda do link de internet principal.
    • Falha do servidor ou do ERP.
    • Ransomware ou perda de dados.
    • Indisponibilidade do escritório (falta de energia, sinistro).
    • Ausência de pessoa-chave da TI.

    Passo 3 — Escreva o plano B de cada cenário

    Para cada cenário: quem aciona, o que fazer nos primeiros 30 minutos, qual o caminho alternativo (link 4G/5G de contingência, restauração de backup, trabalho remoto) e quem comunica os clientes. Uma página por cenário basta.

    Passo 4 — Garanta os pré-requisitos técnicos

    • Backup 3-2-1 testado — sem ele, não há plano que resista a ransomware.
    • Segundo link de internet (de operadora diferente) com failover.
    • Documentação de senhas e acessos em cofre seguro, acessível a mais de uma pessoa.
    • Monitoramento para saber da falha antes do cliente.

    Passo 5 — Teste uma vez por semestre

    Simule: desligue o link principal e veja se o failover assume; restaure o backup em ambiente de teste e cronometre. O teste sempre revela um detalhe que o papel escondia.

    Perguntas frequentes

    Qual a diferença para plano de disaster recovery?

    O disaster recovery (recuperação de desastre) é a parte técnica — restaurar sistemas e dados. O plano de continuidade é mais amplo: inclui pessoas, comunicação e processos alternativos.

    Quanto custa montar?

    A versão enxuta custa principalmente horas de planejamento. Os investimentos típicos são o segundo link e a estrutura de backup — fração do prejuízo de um dia parado.

    Quem deve ser o dono do plano?

    Um responsável interno (sócio ou gestor) com apoio técnico da TI — interna ou terceirizada. O plano não pode morar só na cabeça do técnico.

    Quer ajuda para aplicar isso na sua empresa?

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  • Como organizar a TI de uma empresa pequena: por onde começar

    Sua empresa cresceu, a TI virou uma colcha de retalhos e ninguém sabe por onde começar a organizar? Este roteiro em 7 passos é o que aplicamos em empresas que nunca tiveram gestão de TI estruturada. A ordem importa: cada passo prepara o seguinte.

    1. Inventário: saiba o que existe

    Equipamentos, softwares, licenças, senhas, contratos e fornecedores. Sem essa foto, qualquer decisão é palpite. Comece pelo nosso passo a passo de inventário.

    2. Backup: proteja antes de mudar

    Antes de mexer em qualquer coisa, garanta backup testado dos dados críticos. É o seguro de tudo o que vem depois.

    3. Acessos: cada um com sua conta

    Elimine contas compartilhadas e senhas coladas no monitor. Cada pessoa com seu usuário, MFA no e-mail e nos sistemas críticos, e acesso apenas ao necessário (princípio do menor privilégio).

    4. Padronize o parque

    Defina um padrão de estação de trabalho (sistema, antivírus, programas homologados) e vá padronizando a cada troca. Parque padronizado reduz chamados e acelera o suporte.

    5. Organize o atendimento

    Centralize os pedidos em uma central de chamados com prioridades e prazos definidos. A TI ganha história, e a diretoria ganha visibilidade.

    6. Monitore o que é crítico

    Servidores, links e serviços essenciais precisam de monitoramento com alertas — para a TI saber da falha antes do usuário.

    7. Planeje com orçamento anual

    Com inventário e histórico de chamados, dá para planejar trocas, projetar custos e sair do modo emergência. TI organizada é a que aparece pouco — porque previne muito.

    Perguntas frequentes

    Em quanto tempo dá para organizar tudo?

    Com dedicação contínua, uma PME típica estrutura os 7 passos em 3 a 6 meses. O inventário e o backup saem nas primeiras semanas.

    Preciso contratar alguém para isso?

    Não necessariamente em tempo integral. Uma consultoria de TI estrutura o processo e um contrato de suporte mantém a operação.

    Por onde começo se o orçamento é mínimo?

    Passos 1 a 3 (inventário, backup, acessos) têm custo baixo e eliminam os maiores riscos. Comece por eles.

    Quer ajuda para aplicar isso na sua empresa?

    A Brazuca Informática atende empresas em Goiás, Mato Grosso e, remotamente, em todo o Brasil. Receba um diagnóstico gratuito do seu ambiente de TI — sem compromisso.

  • O que é SLA de TI e como definir prazos de atendimento

    SLA (Service Level Agreement, ou Acordo de Nível de Serviço) é o compromisso formal de prazos e qualidade entre quem presta o serviço de TI e quem usa. Na prática: em quanto tempo o chamado será respondido e resolvido. Sem SLA, o suporte vira loteria. Veja como definir prazos realistas para a sua operação.

    O que um SLA de TI precisa conter

    • Tempo de primeira resposta: em quanto tempo alguém assume o chamado.
    • Tempo de solução: prazo-alvo para resolver, por prioridade.
    • Horário de cobertura: 8×5, 12×5, 24×7 — e o que acontece fora dele.
    • Prioridades bem definidas: o que é crítico, alto, médio e baixo.
    • Medição: como e onde os prazos são registrados (ferramenta de chamados).

    Tabela de prioridades que funciona para PME

    • Crítico — empresa parada (servidor, internet, ERP fora): resposta em até 15-30 min, solução alvo em horas.
    • Alto — setor parado ou muitos afetados: resposta em até 1h.
    • Médio — 1 usuário travado com alternativa: resposta em até 4h.
    • Baixo — dúvidas e melhorias: resposta em até 1 dia útil.

    Os números acima são pontos de partida usuais em contratos de suporte para PMEs — ajuste ao impacto real do seu negócio.

    Erros comuns ao definir SLA

    • Prometer prazo único para tudo (“resposta em 15 minutos”) — inviável e caro.
    • Definir SLA sem ferramenta de chamados: sem registro, não há medição.
    • Confundir tempo de resposta com tempo de solução.
    • Não prever exceções (falhas de terceiros, como operadora de internet).

    Como cobrar SLA do seu fornecedor

    Peça relatório mensal com percentual de cumprimento por prioridade. Um fornecedor maduro entrega isso sem pedir — e aceita cláusulas de compensação em caso de descumprimento recorrente. Alinhado às práticas ITIL de gestão de serviços.

    Perguntas frequentes

    SLA serve para TI interna também?

    Sim. Mesmo sem contrato formal, definir prazos por prioridade organiza a fila e protege a equipe de TI da pressão do “tudo urgente”.

    Qual ferramenta uso para medir?

    Qualquer central de chamados com relatórios. O GLPI mede SLA nativamente. Veja como montar uma central de chamados.

    SLA de 99,9% de disponibilidade significa o quê?

    Cerca de 8h45min de indisponibilidade permitida por ano. Cada “9” a mais reduz esse tempo — e aumenta o custo da infraestrutura.

    Quer ajuda para aplicar isso na sua empresa?

    A Brazuca Informática atende empresas em Goiás, Mato Grosso e, remotamente, em todo o Brasil. Receba um diagnóstico gratuito do seu ambiente de TI — sem compromisso.

  • Como montar uma central de chamados de TI do zero

    Chamados por WhatsApp, e-mail e conversa de corredor se perdem, ninguém sabe o que é prioridade e a TI não consegue provar o próprio trabalho. Uma central de chamados resolve isso — e dá para montar do zero, com ferramenta gratuita, em poucos dias. Veja o caminho em 6 passos.

    Passo 1 — Defina o catálogo de serviços

    Liste o que a TI atende: acesso e senhas, e-mail, impressoras, sistemas, equipamentos, rede. Esse catálogo vira as categorias de abertura de chamado e evita pedidos vagos.

    Passo 2 — Escolha a ferramenta

    O GLPI é a opção mais usada em PMEs brasileiras: gratuito, em português, com portal de chamados, inventário integrado e relatórios. Alternativas pagas fazem sentido quando há necessidades específicas de integração.

    Passo 3 — Defina prioridades e prazos (SLA)

    Classifique por impacto: crítico (empresa parada), alto (setor parado), médio (1 pessoa parada), baixo (melhoria). Para cada nível, defina prazo de primeira resposta e de solução. Sem SLA, tudo é “urgente” — e nada é.

    Passo 4 — Crie o fluxo de atendimento

    1. Usuário abre o chamado pelo portal ou e-mail (nunca por mensagem avulsa).
    2. Triagem: categoria e prioridade são confirmadas.
    3. Atendimento N1 resolve o básico; o que exige especialista sobe para N2.
    4. Chamado só fecha com confirmação do usuário.

    Passo 5 — Comunique e treine os usuários

    A central só funciona se todos usarem. Comunique a mudança, mostre como abrir chamado em 1 minuto e — o mais difícil — pare de atender pedidos fora do fluxo. A exceção de hoje é a bagunça de amanhã.

    Passo 6 — Meça e melhore

    • Volume de chamados por categoria (onde a TI perde tempo).
    • Tempo médio de solução e cumprimento de SLA.
    • Chamados reabertos (qualidade do atendimento).
    • Satisfação do usuário (pesquisa pós-atendimento do próprio GLPI).

    Perguntas frequentes

    Empresa pequena precisa disso?

    A partir de ~10 usuários, o volume de pedidos já justifica. O ganho não é burocracia: é previsibilidade e histórico.

    Quanto custa montar com GLPI?

    A licença é gratuita. O custo está na implantação, configuração e treinamento — tipicamente um projeto de dias, não meses.

    Dá para integrar com o inventário?

    Sim, e essa é a maior força do GLPI: o chamado já nasce vinculado ao equipamento do usuário, com histórico completo. Veja nosso guia de inventário de ativos.

    Quer ajuda para aplicar isso na sua empresa?

    A Brazuca Informática atende empresas em Goiás, Mato Grosso e, remotamente, em todo o Brasil. Receba um diagnóstico gratuito do seu ambiente de TI — sem compromisso.